• SEGURANÇA ELETRÔNICA

    Na rua dos eletrônicos, em São Paulo, as câmeras estão na linha de frente. Em todas as linhas, ângulos, por todos os lados. Impossível escapar. Elas podem custar dezenas, centenas, até milhares de reais, diz o balconista, que também mostra outros itens muito procurados. Alarme para portas e janelas, R$ 15. Com código, R$ 70. Sistema de cerca elétrica, de 8 mil volts, R$ 120.


    “Com R$ 300 o cliente pode ter sua central completa com três, quatro sensores. E ele mesmo pode instalar”, diz o vendedor Ricardo Quintino da Silva.


    De cada dois compradores, um é amador e vai ligar os fios por conta própria. A participação dessas engenhocas no faturamento da loja já chega a 30%.


    O mercado de segurança eletrônica movimenta R$ 2,5 bilhões por ano, no Brasil. São 5 mil empresas especializadas, pelo menos no nome. Mas quem entende de verdade do assunto liga um alarme: assim como existem equipamento de todos os preços, existem resultados de todos os tipos. Inclusive de insegurança.


    “Comprando esses equipamentos, sem ter a arquitetura de um plano de segurança, você acaba criando a falsa sensação de segurança, que é maior o perigo”, alerta o consultor de segurança Marcos Menezes.


    Tema discutido em um Congresso, organizado junto a uma feira de produtos. A arma de efeito paralisante, por exemplo, é de uso restrito a policiais. Mas segundo o professor de Engenharia de Segurança da USP, Ronaldo Pena, assim como ela, nenhum recurso de segurança deveria ser comprado como um simples eletrodoméstico.


    “Como na Europa e nos Estados Unidos, precisamos avançar com a profissionalização do segmento, para que possamos oferecer legislação, normatização, capacitação, para que possamos obter eficácia”, aponta.

    Fonte: Portal GLOBO.COM/Jornal Nacional

  • SISTEMA DE MONITORAMENTO POR CÂMERAS CRESCE EM TODO O PAÍS

    Os sistemas que já são sucesso na área de segurança privada vão para as regiões públicas “Brasil vira um imenso Big Brother”.


    • De acordo com a ABESE (Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança), o mercado da segurança eletrônica no Brasil em 2007, chegou a crescimento de 15%, com movimentação financeira da ordem de US$ 1,2 bilhão;


    • Mais de três milhões de imóveis comerciais e residenciais em todo o Brasil já contam com dispositivos básicos de segurança eletrônica (Para a ABESE, este número é baixo, visto que o Brasil tem 49,1 milhões, nas contas do IBGE).


    • Estimativa de que, na última década, houve um crescimento no setor de 12% ao ano.


    • Alguns municípios que contam com sistemas de monitoramento por imagens: Campos do Jordão – SP, Erechim – RS, Guarulhos – SP, Tangará – PR, Paulínia – SP, Cascavel – PR, Cuiabá – MT, Sumaré – SP, Santa Cruz do Sul – RS, Rondonópolis – MT, Salvador – BA, Santos – SP, Hortolândia – SP, Marimbondo – AL, Curitiba – PR, Sorocaba – SP, Campinas – SP, Vitoria – ES, Bauru – SP, Maceió – AL e Londrina – PR.


    A utilização de sistemas de monitoramento com câmeras de segurança em regiões metropolitanas têm aumentado consideravelmente no país nos últimos anos. São inúmeros os municípios que já implantaram tal recurso. Desde capitais como São Paulo e Belo Horizonte até cidades litorâneas como Santos e Itanhaém. A medida tem se mostrado extremamente eficaz no combate ao crime, pois além de inibir a ação dos bandidos, auxilia a polícia no atendimento a ocorrências.


    O município de Salvador instalou 110 câmeras durante o carnaval, o que gerou redução nos casos de furtos. A cidade de Santos no litoral de São Paulo divulgou redução no número de crimes e registro de ocorrências após a instalação do SIM (Sistema Informatizado de Monitoramento). Guarulhos na grande São Paulo liberou verba de 1 milhão para instalação de câmeras na região central. E a cidade de Cascavel no Paraná, já tem 4 milhões para investimentos.


    Em Cuiabá, no Mato Grosso, a Secretaria Estadual de Justiça e Segurança Pública, planeja a instalação de novas câmeras após bons resultados na apuração de denúncias recebidas pelo sistema já implantado. Outras cidades como Paulínia, Aracaju, Curitiba e Vitória vão expandir os sistemas que já possuem devido à eficiência comprovada.


    Além de impedir a ação criminosa, os equipamentos ajudam a polícia a atender ocorrências com mais rapidez. Os bandidos passam a evitar regiões que possuem sistemas de câmeras. Entretanto, não basta tê-los instalado, é necessário pessoas qualificadas que possam operar e atuar de maneira eficiente. A tendência é que o número de municípios com sistemas de monitoramento aumente principalmente nas regiões centrais.

    Fonte: Portal Fator Brasil

  • GUARUJÁ INSTALA CÂMERAS PARA MONITORAMENTO PERMANENTE

    Câmeras para monitoramento da cidade deverão ser instaladas permanentemente no Guarujá, litoral sul de São Paulo. A partir da temporada de verão, 30 aparelhos serão colocados em diversos pontos, entre eles as praias do Tombo, Astúrias, Pitangueiras e Enseada.

    Diferentemente do início deste ano, quando dez câmeras foram instaladas apenas para a temporada na praia de Pitangueiras, o objetivo é oferecer um serviço de segurança eletrônica permanente.

    O contrato de locação desses equipamentos, que tem duração de um ano e cujo valor é de aproximadamente R$ 200 mil mensais, foi assinado neste mês.

    Segundo o secretário municipal de Defesa Social, Marco Antonio do Couto Perez, a previsão é que o serviço comece a funcionar no dia 24 de dezembro. Os locais foram selecionados de acordo com a incidência da criminalidade.

    Além das quatro praias, câmeras também serão instaladas em Vicente de Carvalho (distrito do Guarujá) e nas proximidades de um túnel que dá acesso à cidade. De 8 de janeiro a 13 de fevereiro deste ano, dez câmeras monitoraram a movimentação de pedestres e veículos na praia de Pitangueiras de maneira experimental.

    De acordo com dados da Polícia Militar, houve uma redução média de 30% nos crimes registrados naquela região comparados com o mesmo período de 2004. Foram 25 ocorrências neste ano, contando os dados do Carnaval, que aconteceu neste período, contra 35 no ano passado.

    "Esse equipamento em uma cidade turística como a nossa é fundamental. A idéia da Polícia Militar é prevenir", afirmou o coronel Raimundo Silva Filho, comandante da PM no Guarujá.

    "Essas imagens devem ser gravadas, o que vai servir como prova ou caminho para investigar a prática de qualquer crime que possa acontecer", afirmou o delegado Rubens Eduardo Barazal, da delegacia sede do Guarujá.


    Fonte: Folha Online

  • VIOLÊNCIA ESTIMULA MERCADO DE SEGURANÇA ELETRÔNICA

    A Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee) creditou ao aumento da violência urbana o aquecimento nas vendas de equipamentos de segurança eletrônica em 2006, que geraram uma receita de cerca de R$ 830 milhões. Para 2007, inclusive, a entidade projeta um incremento de 20% nas vendas desse segmento, para perto de R$ 1 bilhão.

    Segundo o diretor da área de sistemas eletrônicos prediais da Abinee, Paulo Alvarenga, "os resultados em 2006 foram surpreendentes, especialmente no segmento de segurança eletrônica, que vem crescendo de modo dinâmico e vibrante", disse, em nota distribuída à imprensa.


    A indústria elétrica e eletrônica alcançou um faturamento de R$ 105,67 bilhões, com aumento nominal de 14% sobre a receita de 2005. Os segmentos com aumentos mais expressivos foram os de informática, cuja receita cresceu 22%, e o de transmissão e distribuição de energia (34%).


    A área de material elétrico de instalação cresceu 5%, para um faturamento de R$ 6,74 bilhões.

    Fonte: Portal G1


  • Monitoramento Básico
  • Apoio Motorizado
  • Monitoramento de Cerca Elétrica
  • Emergência Médica
  • Aviso de Abertura e Fechamento Fora do Horário
  • Monitoramento Back Up Celular
  • Visualização de Imagens Remota
  • Ronda Eletrônica
  • Chegada e Saída Segura
  • Monitoramento Básico

  • Apoio Motorizado

  • Apoio Motorizado

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